Blog do Franz – ANTIGO

sábado 24 junho 2006

Ser Catarinense é…naum seria catarina?

Filed under: — Franz Gustav Niederheitmann @ 23:00

Ser catarinense é..

Gostar de festa, cerveja e chopp.!!!

Ouvir sobre capitais e sempre pularem Florianópolis.

Achar que Oktoberfest é melhor que carnaval.

Separar os brasileiros da sub raça gaúcha.

Pagar o carnê da Casa Feliz e só ver pessoas de Florianópolis e São José ganharem, e ainda ter aguentar o Cezar Souza.

Saber que o futebol catarinense é o pior e ainda acreditar nele.

Achar que a BR-101 vai ser toda duplicada um dia.

Não saber direito o que foi a guerra do Contestado.

Se conformar com o seu maior clássico futebolístico: Avaí e Figueirense, putz.

Só ver Santa Catarina em rede nacional da Globo em manifestaões ou barbaridades.

Ir para Brusque comprar roupa barata e achar que esta arrasando.

Dizer que aqui é o paraíso só porque não tem dinheiro para ir ao Caribe.

Ter um guarda-chuva, mas, se morar em Joinville, ter dois.(haa..)

Nascer em Lages e achar que é gaúcho. (e num é??)rsss..

Entender que Laguna é um pedacinho do Rio Grande do Sul em seu Estado.

Dizer todos os anos que nunca viu uma temporada tão fraca.

Fingir que entende de tênis quando o Guga joga.(jogava).

Receber a escória argentina e se gabar do turismo.

Achar que só em Luiz Alves tem cachaça boa.

Pensar que sua capital poderia ser Ponte Alta do Norte.

Torcer por um time do eixo Rio-Sao Paulo para ser campeão um dia.

Dar informaão e dizer para seguir “reto toda vida” nesta rua.

Achar que a Skol de Lages é melhor que uma Bohemia do Rio de Janeiro.(Lages é Lages né!)

Ter uma festinha ou outra pra ir em outubro.(intriga besta… todos vêm pra cá porque nós é que temos tudo isso SIM e com orgulho!!)

Lembrar quando a Chapecoense chegou na final do campeonato.

Ser feliz por comer marreco com repolho roxo.

Sair da Schutzenfest com uma medalha e achar que sabe atirar.

Pensar que “ter casa na praia” é o mesmo que ter casa em Barra Velha ou Barra do Sul.(ra ra ra!!)

Ficar feliz com a produão do oeste, a hospitalidade da serra e com as belezas do litoral.

Ficar puto com o abandono do oeste, a pobreza da serra e a roubalheira do litoral.

Agüentar horas em filas parado na BR-101 devido às barbaridades que os paranaenses fazem ao volante!

Morar em lugares com nomes como: Turvo, Pouso Redondo, Ascurra, Bela Vista do Toldo, Painel, Sombrio, Chapadão do

Lageado, Doutor Pedrinho, Ermo, Lontras, Trombudo Central, Palma Sola, Piçarras, Taió, Vargeão e Witmarsum.

Ter que dividir um pedaço de areia na praia com gaúchos e paranaenses que já chegam jogando papel, erva-mate e copinho de mate-leão no chão.

Ter os melhores morros para vôo-livre em Tangará.

Ligar de telefone público de Fraiburgo pensando estar falando de dentro de uma maça gigante.

Comer maã em Fraiburgo e comparar com a de São Joaquim.

Comer presunto em Concórdia e comparar com o de Videira.

Escutar um paranaense pedir “pão com vina” no boteco ou um gaúcho pedir um “cacetinho” na padaria e ter que entender que nada mais é do que um cachorro-quente ou um pão francês.

Ao ver a sigla UFSC, não pensar que Santa Cecília tem uma universidade federal.

Ser de Aguas Frias, Agua Doce ou de Aguas Mornas.

Ser de Caçador, com todas as suas empresas e trabalhar no poder público.

Saber que São Bento do Sul exporta 50% dos móveis brasileiros.

E saber que móveis de qualidade vai pra fora, nós ficamos com refugo que as Casas Bahia compram.

Arriscar o pescoço na 101, na 470, na 116 ou na 282.

Ser confundido com paranaense e ficar super desapontado.

Ser confundido com gaúcho e ficar tri desapontado!

Ser do oeste, serrano ou barriga verde.

Se for do oeste falar “caroça”, da serra falar “pare ôme”, ou do litoral, “tais tolo tais?”

Ter Balneários como Camboirú e Arroio do Silva.

Ver um gaúcho e um paranaense no mar e achar que a água ainda estará limpa, limpinha que nem Bal. Camboriu.

Ter que aguentar o Roberto Alves e o Cacau Menezes.

Ter que aguentar o Dalmo Bozano e o Jorge Bornhausen.

Ter ciclones extra-tropicais e colocar nome de mulher, só porque, quando chegam, vêm quente e úmido, mas quando vão

embora, levam tua casa e teu carro.

Passar calor em Indaial e frio em São Joaquim.

Ter que ostentar como maior feito de seu futebol o Criciúma campeão da Copa do Brasil.

Acreditar no desenvolvimento de Timbó Grande.

Ter sua capital dentro da água.

Acreditar que um dia o governo federal irá repassar ao estado o que este realmente merece.

E finalmente acreditar que mora no paraíso tendo paranaenses ao norte, gaúchos ao sul, argentinos ao oeste e água salgada ao leste.

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